MULHERES NO PENTECOSTALISMO ASSEMBLEIANO BRASILEIRO:

ENTRE A INVISIBILIDADE HISTÓRICA E O PROTAGONISMO RELIGIOSO

Autores

  • Antonio de Oliveira PUC-SP

DOI:

https://doi.org/10.29327/2419655.1.17-8

Palavras-chave:

pentecostalismo, Assembleia de Deus, mulheres, gênero, poder simbólico

Resumo

RESUMO

Este artigo analisa o processo de invisibilização do ministério feminino no pentecostalismo assembleiano brasileiro, destacando a tensão entre carisma e institucionalização. O problema central consiste em compreender por que mulheres, embora protagonistas na fundação e expansão da Assembleia de Deus, foram excluídas dos ministérios formais. O objetivo é examinar as disputas institucionais culminadas na Convenção Geral de 1930 e seus desdobramentos nas relações de gênero. Utiliza-se metodologia qualitativa, com análise histórico-documental e diálogo com estudos de gênero e sociologia da religião. Os resultados evidenciam protagonismo feminino persistente em práticas cotidianas e espaços informais de poder. Conclui-se que a exclusão decorreu de mecanismos simbólicos patriarcais, não da ausência de legitimidade espiritual.

Biografia do Autor

Antonio de Oliveira, PUC-SP

Doutorando em Ciência da Religião Pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP), Mestre em Ciência da Religião pela Universidade Metodista de São Paulo (UMESP). Integra Grupo de Estudo de Gênero e Religião Mandrágora/Netmal, Grupo de Estudos do Protestantismo e Pentecostalismo e Rede Latino-americana de Estudos Pentecostais.

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Publicado

17.06.2026

Como Citar

Oliveira, A. de. (2026). MULHERES NO PENTECOSTALISMO ASSEMBLEIANO BRASILEIRO: : ENTRE A INVISIBILIDADE HISTÓRICA E O PROTAGONISMO RELIGIOSO. AZUSA: Revista De Estudos Pentecostais, 17(1). https://doi.org/10.29327/2419655.1.17-8

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