A FÉ DOS TRABALHADORES

NARRATIVAS PENTECOSTAIS E A REPRESENTAÇÃO DO LEIGO POPULAR EM BELÉM DO PARÁ (1911–1930)

Autores

  • Rafael da Gama UFG

DOI:

https://doi.org/10.29327/2419655.1.17-3

Palavras-chave:

Pentecostalismo, Trabalho, Religiosidade popular, Belém, Belle Époque

Resumo

O artigo analisa como as narrativas missionárias pentecostais construíram simbolicamente o leigo popular como sujeito legítimo da experiência religiosa em Belém do Pará entre 1911 e 1930. Em meio às transformações sociais da Belle Époque amazônica, o pentecostalismo assembleiano dialogou com trabalhadores pobres, migrantes e iletrados, oferecendo novas formas de pertencimento e autoridade religiosa. A partir dos relatos de Daniel Berg e Gunnar Vingren, interpretados a partir da perspectiva de narrativa e representação de Roger Chartier e das reflexões de Max Weber e Pierre Bourdieu sobre sacerdócio universal e capital simbólico, o estudo demonstra como essas narrativas legitimaram novas formas de protagonismo leigo entre trabalhadores e trabalhadoras da Amazônia republicana. 

Biografia do Autor

Rafael da Gama, UFG

Doutor em História Social pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP). Professor substituto de História Moderna e Contemporânea da Universidade Federal de Goiás (UFG).

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Publicado

17.06.2026

Como Citar

da Gama, R. (2026). A FÉ DOS TRABALHADORES: NARRATIVAS PENTECOSTAIS E A REPRESENTAÇÃO DO LEIGO POPULAR EM BELÉM DO PARÁ (1911–1930). AZUSA: Revista De Estudos Pentecostais, 17(1). https://doi.org/10.29327/2419655.1.17-3

Edição

Seção

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